Conteúdo de cirurgia de mama, com fonte científica
Mastopexia, cicatrizes, prótese, recidiva, recuperação. A gente escreve sobre o que aparece todo dia no consultório, com a literatura ao lado do parágrafo.
Cirurgia de mama
Cicatriz em L na mastopexia: quando a gente escolhe esse caminho
O que é o desenho em L, de onde a técnica vem (Hollander, Regnault, Lassus, Chiari Jr), quando faz sentido escolher e como fica o resultado segundo os estudos.
Ler artigoMastopexia com prótese: um tempo só ou dois tempos?
Quando faz sentido juntar prótese e mastopexia na mesma cirurgia, e quando é melhor separar em duas etapas. Taxas reais da literatura para apoiar a decisão.
Ler artigoMastopexia sem prótese: o que é o autoaumento, e quem é candidata
Como o próprio tecido glandular pode subir a mama sem implante, com retalhos dermoglandulares e ESPA, e o que muda em comparação com prótese.
Ler artigoRecidiva de ptose: por que a mama desce de novo depois da mastopexia
Diferença entre acomodação fisiológica e recidiva clínica, taxas reais da literatura, e o que reduz o risco antes, durante e depois da cirurgia.
Ler artigoSilicone na cicatriz da mastopexia: por que é primeira linha
O que a Cochrane mostra sobre silicone para cicatriz hipertrófica, quando começar, por quanto tempo manter e por que folha e gel têm eficácia parecida.
Ler artigoOs 4 tipos de cicatriz na mastopexia: periareolar, vertical, L e T invertido
A lógica por trás de cada desenho, classificação de Regnault, qual indicação típica e como a gente decide qual entra na sua cirurgia.
Ler artigoPseudoptose: quando a mama parece caída, mas a aréola está no lugar
Por que diferenciar pseudoptose de ptose verdadeira muda o caminho cirúrgico e o tamanho da cicatriz que entra na sua cirurgia.
Ler artigoMastopexia e amamentação: o que mostram as pesquisas mais recentes
Pesquisa de 2024 com dados reais sobre lactação depois da cirurgia, o que conversar antes de operar e por que a técnica importa.
Ler artigoCada artigo deste blog cita ao final a literatura científica usada para sustentar as alegações numéricas e técnicas. As fontes são PubMed/PMC, StatPearls (NCBI Bookshelf), Cochrane, RBCP (Revista Brasileira de Cirurgia Plástica) e periódicos peer-reviewed de cirurgia plástica. A gente não reproduz dado clínico sem fonte verificável.
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Os artigos do blog ajudam a entender o universo da cirurgia de mama. A decisão do que faz sentido para você acontece no consultório, com avaliação presencial e conversa franca.
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